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25 de out. de 2013

07. Platonic Love – Say that you miss me (ultimo)



Por Demetria.

-Cahan – escutei a voz rouca de minha mãe pigarrear enquanto eu tentava subir as escadas silenciosamente. Tô fodida.
- Você deve estar se perguntando por que eu não fui para a escola, bem, eu e a Ange dormimos demais e acabamos perdendo a hora, foi isso o que aconteceu! – falei rápido e ela arqueou as sobrancelhas.
 - Poupe suas palavras Demetria – falou de um jeito calmo e eu me sobressaltei. Ela pegou uma folha de jornal que estava posta sobre a mesa. – Pode me explicar o que significa isso?
Olhei atentamente para a folha e minha boca se escancarou. Era uma foto onde estava eu cantando em cima do palco junto com os garotos. Fodeu o resto todo.
- Você não dormiu na casa da Angeline. E ela não tem irmão mais velho nenhum. Você mentiu pra mim, Linda. – suspirou – Esse garoto possui mais de 30 anos...
- Vinte e nove – corrigi.
- Você dormiu com ele? – perguntou ela.
- Sim – afirmei. Eu não podia mais mentir.
- Não quero mais que você se encontre com ele, ouviu bem?! – ela elevou a voz
- Nem adianta mãe... – falei enternecida. As lágrimas teimavam em escapar, mas eu precisava dizer isso – Eu amo o Joseph e eu transei com ele noite passada.
- Você o que?! – exclamou.
- É isso mesmo que você ouviu mãe! E nem adianta dizer que é muito cedo pra eu fazer isso, por que não é! Eu não agüento mais viver assim; presa, solitária! – as lágrimas agora saiam convulsivamente e eu comecei a soluçar.
- Não há como fazer proveito desse amor, Demi! – disse ela – Depois ele vai acabar te esquecendo. Você é só uma garotinha, meu amor... – ela se aproximou de mim e eu estranhei. Ela não falava assim comigo desde os meus 12 anos. – Por que não procura alguém da sua idade?
- Você acha que eu não tento? – solucei – Mas é que... Eu amo muito ele.
- Você só precisa esquecer, filha. Isso não vai te levar a nada.
Suspirei fundo; tudo o que eu queria fazer era chorar. Minha mãe estava certa, isso não vai me levar a nada. Corri para o meu quarto; eu queria esquecer tudo. Por que ele nunca vai ser meu nem de ninguém. Num impulso, arranquei um pôster dele e rasguei. Não sei por que fiz isso, mas me arrependi em seguida. Comecei a chorar desesperadamente. Porra, por que eu havia me apaixonado por ele?! Senti raiva de mim mesma, meus sentimentos estavam todos misturados e o pior é que eu não conseguia parar de chorar!
Enxuguei as lágrimas e me encarei no espelho. Demetria, você não pode mais alimentar esse amor.

Por Joseph.

- Joe, já fez as malas? A gente vai sair amanhã cedo... – Nicholas invadiu o meu quarto.
- Tô indo ver a Demi – falei decidido.
- Mas e a mãe dela? Não vai se meter em confusão de novo, Joseph. – ele me olhou de soslaio.
- Tudo bem, eu volto já. Só preciso ver ela – sorri de canto; um sorriso triste. Ele me deixou passar.
Dirigi veloz, sem medo. Parei em frente à casa dela e bati na porta. Quem atendeu foi a mãe dela. Encarei-a nervoso.
- A Demi está?
- Sim. – ela disse com a voz baixa, porém não parou de me encarar. – O que quer com ela?
- Só vim conversar... – falei sincero. Ela me olhou desconfiada.
- Ela está lá em cima. – deu-me espaço e eu entrei na casa. Subi as escadas sem olhar pra trás e entrei no quarto de Demi. Ela chorava baixinho, encolhida. Sentei-me ao seu lado. Ela não comentou nada.
- Sua mãe brigou com você? – perguntei.
- Não, eu que briguei com ela – falou.
- Brigou por causa de mim?
- Não... Nem foi tanto por sua causa – ela se sentou – Foi mais por mim. Eu não agüentava mais viver desse jeito – choramingou e depois olhou pra mim - Vocês vão embora amanhã, né? – uma lágrima escorreu pelo seu rosto.
Em vez de responder, a abracei forte; o mais forte que pude. Ela chorava agarrada a mim e acabou por molhar toda a minha camisa.
- Eu quero ir com você... – soluçou. Eu a trouxe para o meu colo. Beijei sua boca devagar. Foi um beijo molhado, já que ela estava chorando. Demi segurou forte o meu pescoço e eu agarrei a cintura dela. Ela sabia que não podia ir comigo.
- Eu te amo, Joe... – ela acariciou meu rosto.
Dei um último selinho nela.
- Quando eu ficar famoso volto pra te buscar – afirmei e ela sorriu – Eu nunca vou te esquecer, Demi.
Ela sabia que um dia eu a veria novamente, até por que ela era nossa fã numero um!


Juntos, criamos uma memória que nunca descolorirá. Por que até onde sei, nosso amor pra sempre será apenas um simples caso de amor platônico.


The end! ):
Eu gostei desse final, achei fofo. Sei lá, acho que já tava previsto que eles não ficariam juntos, afinal o Joe é muuuito mais velho que a Demi. Eu não tinha mais nada pra escrever, então resolvi fazer esse como o último logo pra acabar com a minha agonia. É serio gente, eu tô muito agoniada com as minhas fanfics, sei lá, eu penso que vocês não estão gostando do que eu ando escrevendo. Deixa pra lá, acho que é noia minha. Enfim, gente, comentem aí por favor! E leitoras fantasmas, apareeeeeeçam! ashuahs Beijos2' gatonas.

21 de out. de 2013

06. Platonic Love – Adventure




Por Demetria.
Já era tarde quando acordei. Eu me sentia tão bem e tão leve que podia ser capaz de flutuar. Olhei para o lado e ele estava lá... Lindo; perfeito. Sua respiração fazia um barulho suave. Seu braço direito me envolvia e o outro ele mantinha sob a cabeça. O observei enquanto ele abria os olhos lentamente.
- Bom dia... – suspirou Joseph com um sorriso.
- Bom dia – respondi sorrindo da mesma forma.
- Hoje é segunda? – continuou.
- Sim... – disse eu, sem parar de encará-lo. De repente senti um choque em meu corpo e isso me fez olhar diretamente para o despertador, que marcava 08h30min da manhã. Levantei de um modo brusco. - HOJE TEM AULA. – gritei e ele me olhou assustado. – A minha mãe vai me matar!
- Peraí, você ainda tá no ensino médio? – perguntou confuso.
- É que... Bem, eu... – gaguejei vestindo a calça – Repeti alguns anos.
- Ah, saquei – ele sorriu e mandou beijos pra mim – Me liga!
- Claro né! – saí correndo e entrei direto no elevador, sem me importar com o meu cabelo ou meus sapatos. Já não adiantava mais, eu não poderia ir pra escola sem meu material. O jeito é dizer pra minha mãe que a Angeline acordou tarde e eu também. Problema resolvido.

Por Joseph.
Saí do banheiro e coloquei meus chinelos indo até o interfone do hotel. Fiz um pedido de café da manhã. Eu e os meninos iríamos voltar pra New Jersey no dia seguinte. Mas eu não consegui aparar de pensar em Demi.
O café da manhã chegou minutos depois, acordando todo mundo com aquele maravilhoso cheiro de panqueca. Junto veio o jornal; que Nicholas arrancou de minhas mãos. Esse nerd.
- Nós estamos no jornal – ele afirmou sorrindo estranhamente.
- O que? – Zac e Kevin perguntaram num uníssono.
- É sério, estamos na terceira página! – gritou ele.
Ashton arrancou o jornal das mãos de Nicholas e leu o anúncio em voz alta;

The Miserables – a banda estadunidense de punk rock pouca conhecida na América – detonou no encerramento do show da outra banda punk Fantasy. A platéia aplaudiu de pé o vocalista Joseph, o batista Ashton, o baterista Nicholas, os dois guitarristas Kevin e Zac e uma fã que subiu ao palco e cantou loucamente junto com eles. A fã maluca chama-se Demi Lovato. A menina de 16 anos ainda foi vista entrando no carro dos cinco garotos após o show.

- Cara, nós detonamos! – Zac sorriu, contagiando a todos, exceto eu.
- 16 anos?! – indaguei duvidoso. Ela havia mentido pra mim, era isso?
- Mas ela disse que tinha dezoito... – Ashton falou – Garota esperta.
- Ela mentiu! – gritei.
- Por que você tá tão exaltado? – perguntou Zac se servindo.
- Você fez... Aquilo com ela, Joe Timberlake? – Nicholas sorriu malicioso.
- Você comeu ela? – Kevin me olhou.
- CALA A BOCA KEVIN, EU NÃO COMI ELA – exclamei acalmando a voz em seguida – Eu tirei... A virgindade dela.
- Mas comeu – falou Ashton, pondo a mão no queixo.
- Não interessa, mas isso vai fazer mal à banda, à nossa reputação – falou Nick, o pensador – Vão te tachar de pedófilo...
- Cara, você acha que eu não sei disso?! – perguntei jogando o jornal sobre a mesa – Mas eu não consigo parar de pensar nela... Não consigo esquecer, só isso.
- A gente vai embora amanhã, Joe – Kevin pôs a mão em meu ombro – Você precisa esquecer.




olá pessoal, lakshndamcn desculpem a minha demora pra postar, mas a doidinha aqui passou o capítulo todo pro word, mas na hora de salvar apertou o botão errado e lá se foi tudo lkasdx sou burra. Fiquei com preguiça de passar tuuudo de novo e só criei coragem hoje. Quanto a isso me desculpem. Essa fic só vai ter em torno de 9, 10 capítulos... Comentem por favor, amo vocês. Ah, e entrei nesse blog aqui, Juntos por toda a eternidade

 É isso, falow pessoal o/ ♥

16 de out. de 2013

05. Platonic Love – I promise it will be perfect!



Por Joseph.
- Como eu estou? – perguntei ao Kevin encolhendo os braços.
- Parecendo uma mulherzinha – falou ele seriamente – Já é a quinta vez que você troca de roupa, coloca uma lingerie e vai! – disse isso e saiu.
- Puta cara chato – resmunguei ajeitando as mangas da jaqueta. Esperei mais uns minutinhos. Eram sete e quarenta e cinco quando saí do hotel.  Dirigi devagar pra perder tempo e acabei chegando a casa dela em cima da hora. Buzinei uma, duas, três vezes. E ela veio correndo até o meu carro abrindo a porta rapidamente. E estava tão linda...
- Sua mãe tá em casa? – perguntei ajudando ela com o cinto de segurança.
- Sim, ela resolveu não sair mais. Ela acha que eu vou dormir na casa de uma amiga. – ela suspirou.
-Você tá linda. – eu disse sinceramente e ela sorriu grandão. Olhei pra estrada - Sua mãe não é nada liberal, né? – arqueei as sobrancelhas e comecei a dirigir – Já passou pela sua cabeça que você já pode até morar sozinha com dezoito anos? – indaguei prestando atenção na estrada. Ela demorou a responder e eu resolvi apressá-la. – Hein?
- Eu não prestei atenção em nada do que você disse depois que você me elogiou. – ela disse.
- Você é muito fanática, cara – gargalhei.
- Sou mesmo – deu de ombros e começou a rir junto comigo.
Assim que chegamos ao cinema, percebi que só havia entradas para depois das nove. O filme era novo e todos queriam assistir. Eu e Demi fomos até uma pizzaria perto do cinema pra esperarmos a próxima sessão.  Papo vai, papo vem, perdemos a sessão. Conversamos demais, falamos até de amar, e ela disse que me amava muito. Eu fiquei meio surpreso, mas ela é fã e isso já estava presumido. Papo vai, papo vem... Eu a beijei.
Foi um beijo calmo no início, mas em seguida eu comecei a ficar com muito tesão, aquela menina era uma tentação, tinha peito, coxas e uma baita de uma bunda. Ela parava o beijo pra respirar direito e aquilo me deixava louco!
- Quer dar o fora daqui? – perguntei ainda sem soltar a cintura dela. Ela demorou a assentir, mas concordou e fomos direto para o carro. Eu não tinha nenhum lugar em mente, só o hotel. Foda-se, eu preciso fazer isso.

 Por Narradora.
Joseph praticamente arrombou a porta do cômodo. Não havia ninguém nos quartos pela breve visão que eles tiveram do compartimento. Joe deitou por cima de Demi e a beijou com cuidado, acariciando suas costas. Ela agarrou forte a cintura dele e o beijou com a mesma intensidade. Ele carinhosamente passou a mão por baixo da blusa dela, tentando despi-la. Demi parou o beijo respirando alto.
 - O que foi? – perguntou ele confuso.
- É que... Eu sou virgem, Joe. – ela mordeu o lábio.
- Virgem? – ele fez uma careta leve e depois saiu de cima dela num pulo. Ajeitou a blusa dela – Desculpa. – ele foi até a pequena geladeira no canto do quarto, meio sem jeito. – Quer beber alguma coisa?
- Pareço menos atraente pra você só por que sou virgem? – Demi foi direta.
- O que? Não! – ele respondeu imediatamente – Muito pelo contrário... Eu quero muito. Mas é que... É uma coisa especial, sabe? Eu não quero te forçar. Quero que você tenha certeza.
- Você – ela pausou, envolvendo seu pescoço – É a maior certeza da minha vida.
Joseph sorriu envergonhado.
- Te prometo que vai ser perfeito – sussurrou ele, abraçando-a pela cintura.
Demi beijou a boca de Joseph exaltadamente. Ela nunca havia se sentido assim, tão... Quente. Ele levantou a blusa dela e jogou a mesma em cima da cama. Demi praticamente arrancou a camiseta do rapaz, parando um pouco para contemplar o peitoral que ela mais desejou em toda a sua vida. O perfume de Demi irradiava ainda mais o desejo de Joe. Ele tirou a saia dela e continuou acariciando suas costas, beijando seu pescoço. Demetria retirou o sutiã por conta própria.
- Você tem cheiro de limão – ele suspirou arrancando um sorriso tímido dela, que deitou por cima de Joe e retirou sua bermuda, deixando-o apenas de boxer. Ela sentiu um leve receio ao notar o volume mais que razoável que Joe possuía embaixo da cueca. Ele percebeu rapidamente a cara de aflição que ela fazia e sorriu timidamente, avançando em seus seios. Joseph chupou os mamilos de Demi com muito vigor, fazendo a garota vibrar de desejo (?)
Ela despiu a calcinha. Ficou um pouco tímida no começo, mas ele a fez se sentir a vontade. Ele tirou um preservativo do bolso, colocando-o corretamente e deitando por cima dela em seguida.
- Se quiser que eu pare é só pedir – ele sussurrou e ela fez que sim com a cabeça – Agora abraça minha cintura com força.
Ela obedeceu sem falar nada, estava nervosa. Joseph penetrou Demi com muito cuidado para não machucá-la. A menina gemeu de dor.
- Quer que eu pare? – ele perguntou preocupado e ela negou. Ele continuou penetrando-a lentamente, fazendo movimentos de vai e vem. Ela sentiu algo molhar suas pernas. Seu hímem havia se rompido; a dor fora substituída por um prazer extraordinário. Joe era experiente e atencioso. Era um príncipe, nada podia ficar mais perfeito! Ele fazia Demetria se sentir especial.
A respiração irregular de ambos ia ficando mais constante. Joe aumentara a velocidade das estocadas. Cansado dessa mesma posição, ele deitou-se de bruços ainda sem tirar o pênis de dentro dela.  Demi sentou-se sobre ele e foi fazendo movimentos circulares; rebolando muito sem perder a leveza. Aquilo fez Joseph gemer alto.
Eles ficaram nessa posição por mais alguns minutos até que Demi chegou ao seu limite. Joe gozou logo em seguida. Ele a puxou para o seu lado e ela pousou a cabeça no vão de seu pescoço com um sorriso nos lábios.

- Eu te amo... – ela sussurrou acariciando o tórax de Joe – Foi perfeito. 

  

Eu vou apanhar hoje ):
Mentira, eu acho q não vou apanhar, minha avó já foi pra casa dela, e eu acho q ela não disse nada pro meu pai. Assim espero. Taí o hot, já tinha passado pro word, mas no caderno ainda havia provas ): to xorosa, tenho q economizar pro neon lights tour, mesmo sabendo que nunca vou estar lá alçjzlkxch espero que gostem do capítulo que saiu depressinha, bjs ♥

15 de out. de 2013

04. Platonic Love – The hangover




Por Demetria.
Minha cabeça palpitava violentamente e meu corpo doía. Acordei muito tarde; estava com uma ressaca terrível. Eu não me lembrava de muita coisa, mas com certeza a noite passada fora perfeita, sem mais. Levantei-me da cama e fui me olhar no espelho. Eu estava um trapo; meus olhos estavam escuros e baixos. Comecei a rir do nada.
- Olha lá você, safada. Está doidona – falei pra mim mesma e comecei a rir novamente.
Caminhei até o banheiro e fiz minha higiene matinal. Hoje é sábado; minha mãe está em casa. Kate já deveria estar em Houston, ela estava fazendo estágio. Desci as escadas rapidamente e encontrei minha mãe na sala assistindo televisão.
- Bom dia mãe – passei por ela e fui até a cozinha.
- Boa tarde, você quer dizer – ela resmungou. Ela estava com uma cara normal e eu estranhei. Mas e a bronca? Será que ela não havia notado o quão tarde eu cheguei em casa? Estranho. – Quando foi que o irmão da Angelina chegou de Miami? – indagou.
- O quê? – perguntei confusa. Angeline não tem nenhum irmão, não que eu saiba.
- Ué, o irmão dela que veio te deixar aqui em casa, você não lembra? – ela falou e eu apenas assenti, sem saber o que dizer – Você tava meio grogue... Ele falou que você ficou em estado de êxtase depois do show. Aliás, ainda bem que ele te trouxe pra casa! Eu não sabia que esse negócio iria durar tanto.
Sorri largamente ao me lembrar do que tinha acontecido. Joseph havia mentido para a minha mãe. Engraçado; ela já viu fotos dele tantas vezes e nem o reconheceu!
- É, ele é um cara super legal – falei baixo ainda sorrindo. Subi correndo para o meu quarto e acabei notando um papel meio amassado em cima da mesa.

No seu quarto tem mais foto minha do que na casa da minha avó!

Sorri ao terminar de ler. Meu Deus, como eu estava apaixonada! Olhei o verso do papel.

88-404-7327
Por Joseph.
- E aí, o que rolou ontem entre você e a Demi? – perguntou Nick sentando-se ao meu lado. Esse idiota me ama, nunca me deixa em paz!
- Nada ué – respondi calmo.
- Eu vi que você tava de olho nela, tá doidinho pra catar, né? – ele zombou e eu não deixei de sorrir. Ele meio que tinha razão sobre isso.
- Tá bom, eu gostei da garota... – falei – Você mesmo não vive dizendo que eu preciso arranjar um namoro fixo? Mas... Sei lá, ela é muito novinha. E tam... – principiei, mas fui interrompido pelo meu celular. Olhei no visor; um número desconhecido. Fiz um sinal para Nick e atendi o telefone.

.On.
Joe: Alô?
xx: Ai meu Deus, é você mesmo?!
Joe: Sim, sou eu mesmo. Quem tá falando?
xx: É a Demi... Eu só liguei pra... Na verdade nem sei por que liguei.
Joe: Pra ouvir minha voz?
Demi: Quase isso.
Joe: Hum.
Demi: Dois.
Joe: Tá a fim de sair?
Demi: Sério?
Joe: Claro ué.
Demi: Isso envolve os meninos?
Joe: Não, vamos deixá-los fora dessa.
Demi: Então eu topo!
Joe: Ok! Hey... Sua mãe nem me recebeu com uma vassourada na cara ontem...
Demi: - ri – Pois é, e obrigada mesmo pelo o que você fez, salvou minha pele.
Joe: De nada. A gente pode ir ao cinema, o que você acha?
Demi: Acho ótimo. Minha mãe vai buscar minha irmã no aeroporto e elas vão passar a noite na casa da minha tia, o que significa que não vai ter ninguém em casa quando eu chegar.
Joe: Que legal... Pois é, preciso desligar. Te pego às 8, ok?
Demi: Ok, tchau.
.Off.

- É, a chamei pra sair... – suspirei olhando para Nick.
- Haha, mandou bem. Joe Timberlake – ele desandou a gargalhar e eu revirei os olhos – Aí, se quiser trazer ela pra cá tudo bem. Só por que somos amigos eu não vou assistir.
- Nojento, eu não vou fazer nada com ela! – falei. Nossa, não dá pra falar isso sem parecer irônico. – A gente só vai ver um filme e depois eu vou levá-la pra casa.
Nick assentiu e começou a gargalhar novamente. Joguei uma almofada em sua cabeça e comecei a prestar atenção na televisão.

Por Demetria.
Depois de tanto pular, dançar, cantar três músicas do TM e me jogar na cama mil vezes acabei me tocando que eu não tinha em mente o que eu iria vestir! Mas até aí tudo bem por que eu teria um encontro com Joseph Gray Gieswen, e isso é o máximo!

Li em uma entrevista que o Joseph não gosta muito de garotas extravagantes. Ele gosta das básicas, que se vestem sem preocupação e com um leve toque de masculinidade. Sem pensar muito peguei minha camiseta da banda ACDC junto com um jeans skinny preto. Pronto, montei o meu look. Eu estava muito ansiosa, não podia negar. Pelo amor de Deus, ele era Joseph Awesome! Será mesmo que ele estava interessado por mim? Soltei mais um grito histérico e comecei a imaginar como seria a melhor noite da minha vida.




Enganei vocês heuheuha
Mentira, é que o capítulo ficou muito grande então eu pensei em fazer o hot no próximo, desculpem eu zmxljkx E me perdoem por eu ter demorado essa eternidade pra postar, é que tô com pouca ideia pra fanfic ): Sem um pingo de inspiração e eu acho que vocês sabem como isso é triste! Passei o fim de semana inteiro assistindo Smallville, gente eu nunca tinha assistido, é muito bom cara çzxjcas amei, aff. Vou começar a passar o hot agora pro word e vou postar o mais rápido possível. E gente... 92 seguidores? Tô tão feliz, muito obrigada por tudo, amo vocês ♥ Beijos e comentem!

5 de out. de 2013

03. Platonic Love – I don’t care because I’m drunk!




Por Demetria.
Eles me levaram pra um carro que estava no estacionamento em frente à casa de show. Eu estava com medo, não por que um bando de machos adultos iriam me levar pra beber em um lugar desconhecido, e sim por que eu sabia que essa seria a primeira e última vez. Meu Deus, eles eram os The Miserables e não eram nada soberbos ou idiotas. Eles eram lindos, legais e excepcionalmente admiráveis! Acabamos parando em uma lagoa no sul da cidade. Eu já tinha andado por aquele lugar, mas já era de madrugada e não tinha nenhum vivente por perto.
Ashton estacionou o carro nas margens da pequena lagoa. Estava muito frio e eu vestia apenas uma camisa de malha na qual havia uma estrela enorme e o nome The Miserables estampado numa cor forte. Abriram o porta-malas. Uma caixa de Red Bull e outra de vodka. Eu nunca havia ficado de pileque em toda a minha vida, então essa era uma chance. Minha mãe vai arrancar meu couro!
- Então Demi – Joe sentou-se no chão com uma garrafa de vodka em mãos – Já brincou o jogo dos milhões?
- Na verdade eu nunca tomei nem um porre! – admiti tremendo.
- Sério? – Nicholas riu – Tá a fim de fazer isso hoje?
- Com vocês claro! – sorri.
Zac sentou-se no chão de areia e colocou uma faca no chão. Iria ser a roleta ou algo do tipo. Eu não entendia nadinha desses jogos de roda! Só joguei uma vez verdade ou conseqüência quando tinha onze anos, mas não fiz nada que me comprometesse. Eles pegaram alguns copos e algumas garrafas de vodca. Eu não entendi nada; eles sentavam e enchiam a cara? Ou iam se aquecer primeiro?
- Funciona assim: Você precisa falar a palavra “milhões” o máximo de vezes que conseguir. Tipo assim: Um milhão, dois milhões, três milhões... Entendeu? – Kevin explicou e eu assenti – Só que se você confundir a palavra “milhão” com “limão” você tem que beber!
- E qual é o limite? – perguntei.
- É até quinze vezes por que eu sou fera nesse jogo e posso contar até 100 sem errar – piscou o olhou e eu me derreti.
- Eu começo! – Zac disse e principiou – Um milhão, dois milhões, três milhões, quatro limõessss... DROGA! – todos nós rimos enquanto ele virava o copo. Era a vez de Joe.
- Um limão... Mas já? – riu e bebeu um pouco de vodca, passando a vez para Kevin. O jogo era meio estranho, mas ver aqueles idiotas rindo era a melhor coisa do mundo.
- Um milhão, dois milhões... – Kevin começou, mas eu não prestei muita atenção. Passaram-se alguns segundos até que eu voltasse de minha fantasia.
- Vai à merda com esses milhões! – Joe reclamou quando Kevin passou a rodada sem beber.
Passaram-se algumas horas e eu não tinha mais total consciência do que estava fazendo. Já se passaram dez rodadas... Ou eram onze? Eu sentia uma moleza dominar o meu corpo e agora já podia extravasar por que eu tinha certeza absoluta de que eu estava bêbada!

Por Joseph.
Eu ainda não estava totalmente embriagado, só um pouco zonzo. A minha mente estava lá no alto; era hora de ir embora e os garotos estavam enrolando. Já eram três e meia da madrugada. Ao decorrer da noite eu acabei descobrindo que essa menina é totalmente maluca! Ela tatuou meu nome embaixo da axila pra mãe dela não ver, o que é estranho e fofo ao mesmo tempo. Ela falava coisas completamente sem nexo, mas ela era legal, simpática e... Muito gostosa.
- Tá na hora, vamos pra casa pessoal. – falei me levantando depressa. Demi levantou unto comigo e cambaleou pra trás, mas eu segurei sua cintura antes que ela caísse no chão.
- Você é tão bonito... – ela falou passando a mão pelo meu nariz e gargalhou.
- Eu seguro ela pra você Joe – Kevin disse agarrando a menina pelo pescoço. Eu a soltei de uma vez e os dois caíram no chão, totalmente chumbados.
- Calma Kevin, você é bonito também... – ela riu ainda deitada em cima dele. Eu não tava agüentando mais tanta palhaçada.
- Você vai pro hotel com a gente? – Nick perguntou enrolando as mangas do casaco.
- Não – ela tremeu de frio e abraçou a si própria – Eu tenho que ir pra casa, minha mãe vai me matar... – cambaleou.
- A gente te leva – Disse Ashton.
- É melhor não, vocês vão levar vassourada da minha mãe – ela gargalhou – Vassourada. De onde veio essa palavra?
- A gente te leva pra casa, já tá tarde. – afirmei entrando no carro. Era um carro aberto, a noite estava fria. Demi sentou atrás de mim; ela estava batendo o queixo e tendo calafrios. Num impulso eu tirei meu casaco e dei pra ela. – Pode ficar – sorri.
- Sério? – ela riu e deu um gritinho histérico – Minhas amigas não vão acreditar!
Eu ri com a reação dela, tem que ter fãs malucas. Os meninos entraram no carro e eu dei a partida.


Olá meninas, ♥
Esse capítulo ficou um oi do cu, mas merece comentários? Quem sabe são vocês. Então, vou logo "spoillando" que o próximo capítulo vai ser hot, Yeah! e vai ser um dos maiores que eu já fiz. Deu 3 páginas inteiras do meu caderno, então eu acho que estou bem ashuahsuahs o hot já tá pronto mas o capítulo não ç_ç' Mas vou tratar disso já, já. Eu estou postando essa mini fic pra adiantar alguns capítulos do Stay. Troquei o nome do blog, gostaram? Eu gostei (: Gente eu tô com fogo, só nessa semana já fiz três oneshotes HOTS, o que há comigo? alçskhdx deve ser só uma fase. Pois é, agora tenho que ir u-u Comentem por favor? Beijos -v-

30 de set. de 2013

02. Platonic Love – Dream Realized




Por Ashton.
Do camarim dava pra escutar os milhares de gritos. Nós iríamos fechar a noite, tocando apenas quatro músicas que foram muito bem escolhidas. A banda Fantasy já estava tocando a penúltima música; nós seríamos os próximos. Eu podia ver o nervosismo estampado no rosto dos garotos. Por fora eu estava quieto, mas por dentro... Sentia-me eufórico.
Joseph fazia alguns aquecimentos com a voz enquanto Zac afinava a guitarra. Nick não parava de roer as unhas e Kevin ficava toda hora alisando o cabelo. Ele tinha essa mania horrível que  me deixava aflito.
- E se eu errar um acorde? – Zac olhou pra nós com uma cara assustada.
- Tu num vai errar nada, cala a boca e não me deixa mais nervoso do que eu já tô! – Kevin falou esfregando os malditos cabelos novamente. Ouvi alguém bater na porta e me virei rapidamente, fazendo todos repetirem o meu ato.
- É agora rapazes! – uma mulher loira disse sorrindo – Estão prontos?
NÃO!
- Sim – sorri nervoso.
- O equipamento já está no palco. Agora vão lá e arrasem! – falou ela saindo em seguida.
Olhei atentamente para todos. Tínhamos que fazer isso, afinal é o show mais importante da nossa carreira!
- Hora do show – Joseph finalmente se levantou unindo nossas mãos. Nós levantamos todas pro alto, fazendo uma espécie de sincronia.

Por Zac.
Assim que entrei no palco senti a adrenalina me invadir completamente. Tinha muitas pessoas na platéia e mais algumas no camarote VIP. Sem mais delongas Kevin começou com o rifle na guitarra e segundos depois Nick começou a tocar bateria. Eu acompanhei Nick junto com a batida da música. As pessoas gritaram. Me senti orgulhoso.
- Living on a lighted stage approaches the unreal, for those who think and feel! In touch with some reality beyond the gilded cage – Joe cantou com a voz grossa.
Gostei do resultado, e pelo visto a galera também. Nós estávamos arrasando! Olhei pro lado e percebi que os seguranças estavam deixando algumas pessoas subirem ao palco. A maioria foi direto pro camarim atrás da outra banda. Mas eu percebi que uma garota correu em nossa direção alucinadamente! Ela me abraçou primeiro por que eu estava mais afastado dos outros. Ouvi ela gritar “eu te amo!” no meu ouvido e fiquei sem ação, apenas continuei tocando com um sorriso. Depois ela correu e abraçou todos os outros, menos Nick porque ele estava sentado no fundo.
-... Get on with the fascination, the real relation, the underlying theme… - ela gritou ao microfone, fazendo Joe soltar uma risada. Ele a segurou pela cintura e começou a saltar, como se já estivesse acostumadíssimo. - Living in the limelight, the universal dream, for those who wish to see – ela finalizou a música com a voz falha de tanto pular. Todos aplaudiram e pareceram gostar bastante.
A garota continuou no palco até o final do show, ela parecia uma doida e sabia de cor todas as músicas que nós tocamos. Assim que o show acabou, a platéia aplaudiu de pé! Nós fomos pro camarim e Ashton trouxe junto dele a tal garota. Ela parecia que não ia parar de chorar. Ele deu a ela um copo d’água, a coitada não conseguia nem respirar direito. Pelo menos era bom, saber que tínhamos uma fã maluca.
- Eu ainda não tô acreditando – ela falou soluçando.
- Nem eu – disse Joe sorrindo. – A gente detonou! – ele sentou-se ao lado da garota e ela tremeu. Eu também não conseguia parar de sorrir. Tudo bem que foi um show curto, mas abriu muitas oportunidades, disso eu tenho certeza.
- Menina, você é maluca! – Ashton sorriu largamente olhando para a garota – Qual teu nome?
- Demi – gaguejou ainda com lágrimas nos olhos.

Por Demetria.
Meu coração parecia que ia saltar pela boca. Eu tinha quase certeza de que estava sonhando. Eu não tinha plena consciência do que estava fazendo, eu estou num estado de transe. Ao meu redor eu só escutava as vozes deles, parecia que eu estava prestes a acordar. EU NÃO QUERO ACORDAR. Sacudi minha cabeça freneticamente e olhei novamente para a enorme sala. Não era um sonho. Algumas lágrimas escaparam de meus olhos, no entanto eu não queria mais chorar pra não parecer uma fã retardada. Bebi mais um gole de água e reparei que os meninos estavam muito animados, devia ter sido o primeiro show de verdade que eles haviam feito e eu me sentia orgulhosa. Zac estava todo suado. Observei ele tirar sua camisa na minha frente! Puta que pariu! Eu não conseguia parar de olhar. Um garoto passava pelo corredor parou em frente à porta. Ele estava animado e vestia uma camisa da Fantasy.
- Caras, a música de vocês é muito melhor de que muitas outras bandas renomadas! – falou ele adentrando a sala – Já virei fã! Posso tirar uma foto com vocês?
- Claro! – os meninos responderam num uníssono e eu voltei ao meu transe. Eles eram tão perfeitos! Assim que o garoto saiu, Joe voltou a tagarelar.
- Isso merece uma comemoração! – disse ele – Vamos sair pra beber.
- TÔ DENTRO! – Zac foi o primeiro a se levantar, o que me fez rir. Nick hesitou um pouco, mas aceitou. O que me fez perceber que meu tempo com eles estava acabado. O máximo que eu teria dessa noite eram algumas fotos e lembranças. Eu teria que ir pra casa.
- Nós vamos virar a noite, tá dentro? – Zac olhou pra mim ainda sorrindo.
- Quem, eu? – apontei para meu próprio peito, um pouco confusa.
- É você mesmo! –Kevin deu um sorriso lindo. MEU DEUS EU VOU MORRER.
- Vocês... – gaguejei – Que-querem mesmo que eu saia com vocês?
- Isso é um convite. Quantos anos você tem? – Joe perguntou.
Minha mente vagava, mas eu não queria chorar. Esses garotos são as pessoas que eu mais amo no mundo, e eu não conseguia parar de pensar nisso. Eles falavam comigo e pareciam se importar. Eu havia cantado com eles no palco! Eu devo ser a fã mais maluca que eles já conheceram. Mas eu era menor de idade! Eu vou mentir; eu não posso estragar essa noite.
- Dezoito – menti pondo as mãos nos bolsos. Eu não podia recusar, mesmo arriscando minha bunda e outras partes do meu corpo. A minha mãe vai me matar.
- Tem hora pra chegar em casa? – perguntou Ashton.
- Não – menti novamente.
- Então... – Nick pausou pondo o braço ao redor de meu ombro – Já que você é a fã mais doida que eu já vi, a gente vai te levar pra curtir do jeito adulto.
Me arrepiei quando ele afastou uma mecha de cabelo dos meus olhos. Eu sou a garota mais sortuda do mundo!


Oi, oi, oi gatosas!
E aí, como estão? Eu estou péssima, um horror! Morrendo de gripada, affs. Enfim, esse capítulo ficou bobinho, eu realmente não tenho idéia do q tô escrevendo ultimamente! Tô meio perdidinha e solitária, até comecei a criar gatos! São dois, o Black e o White. Por que um é preto e outro é branco, avá. Então, comentem se gostaram e desculpa a demora! Ah, a música que eles tocaram é essa aqui, da banda Rush (que eu amo). E pra pergunta da Érika, o nome da banda é Tio Che, de punk rock. Ela não é muito conhecida. Eles são de Santo André, do ABC Paulista. Mas eu amo as músicas deles e me identifico muito! Ok, então tchau e não esqueçam de comentar u-u. Beijos migos e migas ♥ (sdds sdds)



25 de set. de 2013

01. Platonic Love – Big Sister



Por Demetria.
- Não! Eu não tô acreditando! PUTA QUE PARIU, EU TÔ TENDO UM ATAQUE! – gritei pela terceira vez, quase quebrando a tela do meu computador.
- O que está acontecendo?! – minha irmã escancarou a porta do meu quarto com uma cara preocupada.
- KATE! OS THE MISERABLES VÃO TOCAR AQUI EM DALLAS! – gritei explodindo de felicidade. Sim, era a primeira vez que os meus ídolos, meus gostosos, os cinco homens que eu mais amo no mundo estão vindo pra minha cidade. Eu não posso estar mais feliz, nunca fui ao show deles e nunca os vi na minha vida, pela razão de eles morarem em New Jersey e eu em Dallas. Eram mais de 2.000 quilômetros de distância.
- Ah, era isso? – ela perguntou desanimada – Você não se cansa desses rapazes? Eu pensei que fosse apenas uma fase, mas isso já faz mais de oito meses. Eles já são velhos e tem experiência. Você é apenas uma garotinha.
Revirei os olhos em resposta. Eu odiava quando Kate falava essas coisas pra mim. Ou do tipo “eles nem sabem que você existe”. Me dá nos nervos as vezes. Só por que ela é mais velha do que eu me trata como uma criança.
- Kate, eu amo eles. – falei um pouco deprimida. Não posso fugir da verdade. Nenhum deles irá me pertencer um dia. Joseph tem 29 anos, é homem feito, 12 anos mais velho que eu. Minha mãe nunca aprovaria! Mas que mal tem sonhar?

Por Joseph.
(Esse trecho é uma adaptação que eu mesma fiz em cima dessa música)

Is already Friday night
Já é sexta feira à noite
And I am not out
E eu não estou de fora
Taking some beers
Tomando umas cervejas
Today I’ll kiss your mouth
Hoje eu vou beijar sua boca

- Wow, wow, wow! – ouvi Ashton reclamar – Tô perdido aqui... Nicholas, você não tá colaborando...
- Foi mal caras, eu só estou meio nervoso... – ele se desculpou. Hoje era o último dia de ensaio antes de viajarmos para Dallas.
- Esse nem é o seu primeiro show, deixa de manha! – sorri ajeitando o microfone. A culpa não era dele, nós todos estávamos muito ansiosos. Só pelo fato de o show ser em uma arena grande com luzes especiais e equipamento qualificado já me deixava feliz. A TM era mais que uma banda, era uma equipe. Eu gostava muito de trabalhar com eles, mesmo não ganhando muita grana a gente se diverte nos ensaios, nos shows e na gravação dos videoclipes.
- Fala cambada! – Zac adentrou a garagem segurando em mãos sua nova guitarra – O que tá rolando?
- Por onde você andou cara? – perguntou Kevin fazendo um acorde desafinado na guitarra – A gente tá indo pra Dallas amanhã.
- Vocês vão pra Dallas? – perguntou Zac nervoso – Por que ninguém me avisou, eu faço parte da banda...
Na verdade ninguém se importava muito com o Zac. Ele não gostava muito da TM, mas ajudava com o equipamento e por isso pertencia a equipe. O fato é que ele toca muito bem, mas parece que não gosta de demonstrar isso.
- Você sumiu do mapa, do whatsapp e do facebook – Nick deu de ombros – Queria o que?
- Eu não vou falar sobre isso – Zac sorriu malicioso -, mas... – ele sentou-se – Eu posso ir com vocês? Pra ajudar, sabe.
Olhei de esguelha para Kevin e ele fez um sinal pra mostrar que tava tudo tranqüilo.
- Claro – falei rápido e ele sorriu. Peguei o microfone e nós começamos a tocar How good it is to be free outra vez.

Dois dias depois
Por Demetria.
Eles vão chegar hoje à tarde, eu não tô acreditando! Por mais que eu more em Addison, no subúrbio e o show seja no centro em uma boate aberta, minha mãe (milagrosamente) deixou que eu fosse sozinha. Com a minha idade eu poderia ser uma garota independente e tomar minhas próprias decisões, mas como? Dependo da minha mãe pra um monte de coisas, ela paga os meus estudos, minhas aulas de francês e o acampamento de férias. Não dá.
- Demetria você vai... – Kate invadindo meu quarto como sempre – Ah. – cruzou os braços – Vai comprar um ingresso pro show.
- Sim – sorri fechando minha pequena bolsa.
- Não fica animada demais não, Demi. – falou ela – É só um show. Você não tem grana pro Meet, nem vai sequer conhecê-los.
Bufei e saí do quarto apressadamente, sem por os olhos nela. Eu detesto minha irmã.
Saí de casa com o pensamento lá no alto. Parecia um sonho; eu finalmente vou poder ver eles de perto. Eu tinha plena consciência de que o lugar estaria lotado, já que a maioria das pessoas estariam lá pra ver a banda destaque da noite. O nome dela era Fantasy. Eu não conhecia muito bem, mas sabia que o guitarrista era um gato.
Eu só conseguia pensar em Joe, Nick, Kevin, Ash e Zac. Era a única coisa que vinha na minha mente, eu não podia estar mais apaixonada! Por mais que doesse, eu saberia que uma hora eu teria que dizer adeus. Que esse show iria acabar e que tudo iria voltar ao normal, mas eu ainda tinha esperanças! Droga, como eu sou burra! Por que eu tive que me apaixonar por eles? E como é possível gostar de mais de uma pessoa ao mesmo tempo? Minha irmã está certa, eu preciso amadurecer. Mas não hoje.


 

Hey people o/
huehueheu o q vocês acharam? Eu achei que ficou muito bestinha e clichê, mas a fic no geral é clichê! Bem, na verdade nem é tanto assim, masok. Hey, gostaram do trecho que eu fiz? Vai ter muito mais u-u Eu amo essa música! Os capítulos vão ficar muito mais grandinhos! \o/ É pq a fic vai ter essas coisas de adolescente, sabe. Tipo bebedeira, sexo impróprio e muito palavreado baixo. Mas eu gosto assim, vocês gostam? ashaush Comentem por favoor c:

Respostas dos comentários :3

Divulgando: 

23 de set. de 2013

Platonic Love – Personagens e sinopse



Demetria Linda Lovato
Garota determinada, muito engraçada, extrovertida e infantil. Costuma ser irritante às vezes, mas isso já é costume para alguns. Rockeira convicta e fanática pelos The Miserables. Mora com a mãe e com a irmã e não é nada independente. 17 anos.


Joseph Gray Gieswen
Vocalista da banda TM. Um rapaz alegre e decente, mas infelizmente mal visto pela sociedade, principalmente pelo seu jeito de doidão. Simplesmente detesta o seu sobrenome por que é difícil de pronunciar. Ele gosta de sair, fazer shows, conhecer pessoas novas e principalmente, gosta de garotas. Um homem sensual e brincalhão. 29 anos.


Kevin Eric Cartney
Onde tem confusão ele tá no meio. Um cara sincero, doido e muito idiota. É o guitarrista da banda. Sempre bebendo, é um daqueles caras que amam fazer piadinhas e contar vantagem. Um cara irresponsável e um tiquinho racista. 30 anos.


Nicholas J. Brad
Baterista certinho e desajeitado. Gosta de sair, mas só às vezes. Na verdade ele é um homem responsável. Fã dos Ramones e punk de capanga. Compositor, mandão e meio chato em algumas ocasiões. 25 anos.


Ashton Gayle (Na verdade era pra ser Kyle, mas houve um erro no cartório e o coitado do Ashton acabou ficando com esse sobrenome de viado)
Um cara legal. Ele é o baixista da banda, apaixonado por punk. Um cara como todos os outros. Ele é um homem direto, meio tarado, mas sabe o que faz. Ele é ator também, mas só faz comerciais. Já se arriscou a fazer um ornô (pornô light), mas acabou se ferrando com isso. 27 anos.


Zac Martin
Idiota de primeira. Ele é um garanhão, faz parte da turma mas quase sempre está ausente. Toca guitarra e faz backing vocal, mas é difícil ele aparecer num show. Agora se o convidarem pra beber pode apostar que ele vai correndo! 28 anos.

Sinopse.
Ela sabia tudo sobre eles. Estava no auge de sua adolescência, aos dezessete anos. Demetria possuía uma boa quantidade de pôsteres na parede de seu quarto, frases escritas com tinta impermeável em suas calças jeans e jaquetas rasgadas. The Miserables era uma boyband de punk rock não muito conhecida na cidade onde ela morava. Demi era uma garota exposta. Seus amigos a apelidavam de doida, fanática e até tiete. Mas acham que ela ligava? Não, nem um pouco. Demi amava seus ídolos e possuía uma paixão explícita pelo líder da banda, Joseph Awesome. Sim, o sobrenome artístico dele era awesome, vai saber o porquê. A banda deles não era muito conhecida, mas eles faziam um som legal. Vista por críticos, a The Miserables é uma banda descomunal formada por quatro babacas aproveitadores.




Oi gatas :*
Me julguem, mas não é Stay. É uma minific que eu criei e resolvir postar sem aviso pq sou foda -n.
É serio gente, tô sem um pingo de inspiração pro Stay. E essa fic é meio que baseada na minha vida. Eu já tive muitas paixões platônicas, sério mesmo. Acho que umas 50 ou mais. Ontem eu tive um sonho e aí resolvi postar como minific. Eu tenho sonhos muito idiotas, mas alguns são inspiradores. Digam o que acharam! Na verdade eu senti falta de fics desse tipo... Vai ser uma comédia/hot. Ok, então vou indo agora. Comenteem! Beijemis (sdds de falar isso)